Editais do Fundo de Apoio à Cultura estão ameaçados

Ontem, 8 de maio, o Governo do Distrito Federal – GDF, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, suspendeu os editais de Audiovisual e Áreas Culturais 2018. Antes disso, a Secult-DF, liderada pelo então secretário Adão Cândido, já havia descumprido os próprios editais, por não publicar o resultado no prazo de 90 dias (como prevê o edital), e descumprido ainda a Lei Orgânica de Cultura do DF – LOC.

GDF não apoia do 15º Acampamento Terra Livre

Nessa semana, o habitual branco da Esplanada foi tingido de jenipapo e urucum pela diversidade dos povos indígenas do país. O Acampamento Terra Live, em sua 15ª edição neste ano, se instalou ao lado do Teatro Nacional, com a presença de mais de 3 mil indígenas de todo...

Mobilidade Urbana no DF, o que pensam as candidaturas ao governo sobre o tema

Estamos às vésperas de mais uma eleição, que escolherá a/o governadora/or do Distrito Federal para os próximos quatro anos. Apresentarmos uma análise das propostas das candidaturas para a política mobilidade urbana, entendo-a como caminho para a realização do direito à cidade para todas as pessoas, independentemente de sua renda, domicílio, cor, sexo ou orientação sexual.

Integrantes do Movimento Nossa Brasília sofrem ataque homofóbico

No último dia 11, integrantes do Movimento Nossa Brasília e Companhia de Teatro Bisquetes sofreram um ataque homofóbico na cidade Estrutural, onde moram. No dia seguinte, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) derrubou o veto ao Estatuto da Família – projeto que define o que é família, excluindo das configurações legítimas integrantes da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros e pessoas intersexuais (LGBTI).

Estrutural, cidade resistência!

A segunda etapa do Mapa das Desigualdades encarou os indicadores de políticas públicas e sociais da Estrutural, revelada como a cidade mais desigual do DF em relação ao Plano Piloto.

Quem armou a execução de Marielle Franco?

Por Dyarley Viana
Por trás da arma, Lei Áurea é vazia e morta. Quem puxou o gatilho disparava contra a personificação da luta negra por igualdade e inclusão, alvejava o útero desse país, os ombros que sustentam a economia. As balas escolhidas cumpriam a missão de afirmar: negras não são bem-vindas na política.